“Sempre quis caminhar, olhando pro alto, sem ter medo de tropeçar.
Sempre quis caminhar, cantando bem alto, que eu nunca mais vou errar.
Sempre sonho estar num lugar mais calmo em que eu possa respirar.
Não quero mais lembrar, que não estou a salvo, sede que sinto do teu ar.
Sei que não foram em vão as marcas incuráveis. Que acumulei no coração.
Peguei na sua mão, tempos inigualáveis que não havia escuridão.
“Silêncio é uma resposta extremamente carregada de significados. Dos piores deles, inclusive.
“És presença. E, mesmo quando és ausência, és muito mais do que saudade. És vontade de ver de novo, de ver mais, de ver mais de perto, ver melhor. E tocar, de modo que, cada toque, eu tenha um pouco mais de ti em mim, para que não haja mais ausência.
“És presença. E, mesmo quando és ausência, és muito mais do que saudade. És vontade de ver de novo, de ver mais, de ver mais de perto, ver melhor. E tocar, de modo que, cada toque, eu tenha um pouco mais de ti em mim, para que não haja mais ausência.
“Na verdade eu sempre tive esperança, mas esperança nem sempre é o sinônimo de acreditar.